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	<title>Cernitas - CDV - Centro de Diagnóstico Veterinário - Laboratório</title>
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	<description>Exames de MORMO, AIE, ELISA, BRUCELOSE</description>
	<lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 14:02:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ULTRASSOM COM DOPPLER COLORIDO PARA EXAMES ABDOMINAIS E CARDÍACOS</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cernitas, na busca constante em oferecer o que tem de mais moderno na área de diagnóstico, adquiriu recentemente mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cernitas, na busca constante em oferecer o que tem de mais moderno na área de diagnóstico, adquiriu recentemente mais um equipamento de imagem que, além de realizar ultrassom com dopller colorido para exames abdominais, possibilita também a realização de exames cardíacos de precisão, o ecodopplercardiograma.</p>
<p>Este novo exame cardiológico tem grande sensibilidade para o diagnóstico de doenças cardíacas adquiridas (Endocardiose, Miocardiopatia dilatada, Cardiomiopatia hipertrófica, Hipertensão pulmonar ou Cor pulmonale e Efusão pericárdica) e doenças cogênitas (PDA, Tetralogia de Fallot, CIA, CIV, Estenose sub-aórtica, Estenose da pulmonar e Displasias valvares). O exame não se destina apenas ao diagnóstico das doenças cardíacas, mas é imprescindível ferramenta para a prescrição de fármacos destinados ao coração, já que avalia a função e anatomia do músculo cardíaco, proporcionando desta forma um acompanhamento quantitativo e qualitativo efetivos da terapia empregada. É um exame realizado em poucos lugares do Brasil, mas uma técnica difundida e padronizada em todo o mundo. O ecodopplercardiograma representa um marco para o desenvolvimento da cardiologia clínica em nossa cidade. Esperamos estar colaborando com todos os médicos veterinários para que possamos prolongar cada vez mais esta bela amizade entre o homem e os animais domésticos.</p>
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		<title>PROTEÍNAS DE FASE AGUDA</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[A resposta de fase aguda refere-se a uma reação complexa e inespecífica de um organismo animal e se desenvolve rapidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">A resposta de fase aguda refere-se a uma reação complexa e inespecífica de um organismo animal e se desenvolve rapidamente após qualquer injúria tecidual. A origem desta resposta pode ser atribuída a causas infecciosas, imunológicas, neoplásicas, traumáticas ou outras e o seu propósito é restaurar a homeostase e remover a causa do desequilíbrio (CERÓN et al., 2005). Como conseqüência deste processo, ocorrem diferentes efeitos sistêmicos que incluem febre, leucocitose, aumento do cortisol sangüíneo, diminuição nas concentrações de tiroxina, mudanças metabólicas (lipólise, glicogenólise, catabolismo muscular) e redução nas concentrações séricas de ferro e zinco. A resposta também inclui variações nas concentrações de proteínas plasmáticas, conhecidas como proteínas de fase aguda (PFA) (ECKERSALL, 1995).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A resposta de fase aguda é muito rápida. Desenvolve-se antes do estímulo da resposta imune específica e, em muitos casos, antes do início dos sinais clínicos; por isso, as PFA podem ser consideradas marcadores precoces de qualquer processo patológico ou doença. Podem ser muito úteis na detecção antecipada de doenças subclínicas ou de alterações no estado de saúde do animal, além de servirem como ferramentas importantes no manejo do paciente e monitoramento do tratamento (CERÓN et al., 2005).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">            A maioria dessas proteínas é formada por glicoproteínas sintetizadas, principalmente, por hepatócitos (JAIN, 1989) e sua produção é mediada por citocinas pró-inflamatórias, sendo as mais importantes as interleucinas (IL-6, IL-1) e o fator de necrose tumoral (TNF)-a (CERÓN et al., 2005). Dependendo da espécie animal, as PFA são consideradas indicadoras fiéis da resposta sistêmica frente aos processos inflamatórios e infecciosos, quando comparadas a outras variáveis, tais como febre, aumento na taxa de hemossedimentação e/ou presença de leucocitose associados à neutrofilia (JAIN, 1989).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">            As citocinas pró-inflamatórias (Il-1, Il-6 e TNF-a) são liberadas pelos fagócitos presentes nos tecidos inflamados durante os processos inflamatórios local ou sistêmico. Estas citocinas são liberadas na circulação sistêmica e induzem uma seqüência de eventos, dentre eles a “resposta de fase aguda” (RFA), e envolvem diferentes sistemas homeostáticos. O objetivo final é estabelecer um estímulo rápido e intenso de uma resposta protetora. Um dos principais aspectos da RFA é a modulação de síntese de proteínas pelos hepatócitos. Como conseqüência, as concentrações de algumas proteínas plasmáticas, tais como as PFA, variam mais de 25% quando comparadas com as concentrações basais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A modulação da produção das proteínas pelo fígado depende de uma ação sinérgica entre essas citocinas: TNF-a induz proteólise periférica, aumentando o fluxo de aminoácidos para o fígado; IL-1 inibe a síntese de PFA negativas e estimula a síntese de PFA positivas em colaboração com os glicocorticóides, também produzidos como conseqüência da ativação mediada pela IL-1 do eixo hipófise-adrenal; IL-6 está envolvida na liberação de PFA dos hepatócitos (PALTRINIERI, 2007). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">            As PFA negativas são aquelas que apresentam diminuição das suas concentrações durante a RFA (albumina e transferrina) e as PFA positivas são aquelas que aumentam suas concentrações (proteína C-reativa, amilóide sérico A, haptoglobina, a1-glicoproteína ácida, ceruloplasmina e fibrinogênio). Embora, convencionalmente, a produção das PFA seja derivada de hepatócitos, há evidências da sua produção por outros tecidos. Este evento, em conjunto com a produção hepática, pode contribuir para a manutenção da homeostase por reduzir o dano tecidual associado ao processo inflamatório (CÉRON et al., 2005).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">            Assim como a temperatura retal, as concentrações de PFA não são suficientes para o estabelecimento do diagnóstico específico, mas podem prover informações objetivas sobre a extensão de injúrias nos animais. Em termos de rebanho, as PFA podem ser úteis para determinar se está ocorrendo uma difusão de determinada doença, por fornecer informações sobre a prevalência de infecções clínicas ou subclínicas indicadas pelas altas concentrações séricas de determinadas PFA e por servir como uma ferramenta prognóstica, com a magnitude e duração da RFA refletindo a severidade da infecção. A possibilidade de influência de fatores ambientais, de manejo e de outros tipos de estresse na ausência de doença são pontos importantes que devem ser considerados antes da utilização das PFA como marcadores objetivos e não-específicos da saúde animal (PETERSEN et al., 2004). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">            Apesar desta falta de especificidade poder representar uma limitação significativa, ela também é uma vantagem do ponto de vista diagnóstico, uma vez que o aumento dessas proteínas significa que o organismo está combatendo um evento potencialmente perigoso. Basicamente, a mensuração de PFA positivas tem o papel oposto das técnicas de sorologia, bacteriologia e patologia clínica, que demonstram que um patógeno específico infectou o organismo e/ou danificou algum órgão ou sistema. No caso das PFA, as altas concentrações dessas proteínas embora não nos ajudem a compreender qual patógeno está (ou estava) presente, elas demonstram que o organismo ainda está lutando contra o patógeno (PALTRINIERI, 2007).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">            As PFA não são úteis somente para monitorar processos inflamatórios de propósitos diagnósticos ou prognósticos, mas também para analisar várias condições não inflamatórias como gestação, parto, doenças metabólicas ou estresse, as quais foram previamente consideradas não alterarem as concentrações de PFA. Futuras aplicações do uso de PFA não serão restritas ao seu atual uso em diagnóstico, prognóstico ou monitoramento da eficácia do tratamento na doença animal. Como exemplo, a avaliação de PFA pode ser utilizada para identificar doença e estado de saúde de animais ao abate, garantindo a segurança da carne para a saúde pública (MURATA et al., 2004).</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p align="center"><span style="font-size: small;">Funções biológicas das principais PFA (CERÓN et al, 2005)</span></p>
<p align="center"><span style="font-size: small;"> </span></p>
<table width="609" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">Proteínas</span></td>
<td valign="top" width="436"><span style="font-size: small;">Principais funções biológicas</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">Proteína C-reativa</span></td>
<td valign="top" width="436">
<ul>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Quando ligada à bactéria, promove a ativação do complemento, facilitando a fagocitose por macrófagos; considerada como uma forma primitiva de anticorpo, interagindo com os componentes da membrana celular dos microorganismos;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Indução de citocinas;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Inibição da quimiotaxe e modulação da função neutrofílica.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">Amilóide sérico-A</span></td>
<td valign="top" width="436">
<ul>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Recrutamento quimiotático de células inflamatórias aos locais da inflamação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Regulação do processo inflamatório (inibição da mieloperoxidase liberada e inibição da proliferação de linfócitos);</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Envolvimento no metabolismo e transporte de lipídios.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">Haptoglobina</span></td>
<td valign="top" width="436">
<ul>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Envolvimento na resposta de defesa do hospedeiro contra infecção e inflamação; atua como um antagonista natural de receptores de ativação do sistema imune;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Liga-se à hemoglobina livre (produto tóxico e pró-inflamatório resultante da hemólise);</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Efeito bactericida em feridas contaminadas por se ligar à hemoglobina e limitar a disponibilidade de ferro para o crescimento bacteriano;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Inibição da quimiotaxe de granulócitos e fagocitose.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">a1-glicoproteína ácida</span></td>
<td valign="top" width="436">
<ul>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Agente anti-inflamatório e imunomodulador com atividade anti-neutrofílica e anti-complemento; aumenta a secreção de antagonistas de receptores de IL-1 por macrófagos;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Ligação às numerosas drogas lipofílicas básicas e neutras e também às drogas ácidas, como o fenobarbital.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="172"><span style="font-size: small;">Ceruloplasmina</span></td>
<td valign="top" width="436">
<ul>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Transporte de cobre necessário para a cicatrização de feridas e formação de colágeno;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Proteção de células e tecidos contra compostos oxidantes gerados por fagócitos durante o englobamento de microorganismos ou debris celulares;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">·</span>         <span style="font-size: small;">Redução no número de neutrófilos aderidos ao endotélio.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">REFERÊNCIAS</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">CERÓN, L.L.; ECKERSALL, P.D.; MARTÍNEZ-SUBIELA, S. Acute phase proteins in dogs and cats: current knowledge and future perspectives. <strong>Veterinary Clinical Pathology</strong>, v. 34, n. 2, p. 85-99, 2005.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">ECKERSALL, P.D. Recent advances and future prospects for the use of acute phase proteins as markers of disease in animals. <strong>Revue de Médecine Vétérinaire</strong>, v. 151, n.7, p. 577-584, 2005.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;">JAIN, N.C. Acute phase proteins. In: KIRK, R.W. <strong>Current veterinary therapy X: small animal practice</strong>. Philadelphia: Saunders, 1989. p. 468-471.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">MURATA, H.; SHIMADA, N.; YOSHIOKA, M. Current research on acute phase proteins in veterinary diagnosis: na overview. <strong>The Veterinary Journal</strong>, v. 168, p. 28-40, 2004.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">PALTRINIERI, S. Early biomarkers of inflammation in dogs and cats: the acute phase proteins. <strong>Veterinary Research Communications</strong>, v. 31, supl. 1, p. 125-129, 2007.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">PETERSEN, H.H.; NIELSEN, J.P.; HEEGAARD, P.M.H. Application of acute phase protein measurements in veterinary clinical chemistry. <strong>Veterinary Research</strong>, v. 35, p. 163-187, 2004.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">                                  </span><span style="font-size: small;">Pós-graduando Thiago Demarchi Munhoz</span></p>
<p align="right"><span style="font-size: small;">Disciplina: Bioquímica Clínica Veterinária</span></p>
<p align="right"><span style="font-size: small;">Responsável: Prof. Dr. José Jurandir Fagliari</span></p>
<p align="right"><span style="font-size: small;">Outubro/2007</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Métodos laboratoriais para avaliação de desordens musculares</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2012/04/metodos-laboratoriais-para-avaliacao-de-desordens-musculares/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 02:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[As miopatias em pequenos animais podem ser divididas em três principais grupos. O primeiro grupo corresponde às miopatias inflamatórias, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">As miopatias em pequenos animais podem ser divididas em três principais grupos. O primeiro grupo corresponde às miopatias inflamatórias, que incluem doenças como miosite mastigatória, polimiosite idiopática canina e felina, dermatomiosite e miosite causada por protozoários. Outro grupo compreende as miopatias metabólicas, como a miopatia por excesso de glicocorticóides, hipotireoidismo, polimiopatia hipocalcêmica e outras. Finalmente, o terceiro grupo inclui a distrofia muscular, miopatia hereditária em Labradores Retrieves e miotonia (Nelson &amp; Couto, 1998).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Em eqüinos, em especial em animais atletas, as afecções musculares são relativamente freqüentes. Dentre estas, a rabdomiólise, conhecida como miopatia do exercício, ou hemoglobinemia paralítica, caracteriza-se por um acúmulo de lactato, metabólito derivado da redução do piruvato pelas vias anaeróbias e produzido pelas fibras de contração rápida. O lactato provoca acidose muscular e esta altera a ultraestrutura fibrilar. Além disso, ocorre depleção de nucleotídeos de purina, hipercalemia, depleção de glicose, hipertermia, hipóxia muscular e desequilíbrios eletrolíticos e ácido-básicos (Munoz et al, 2002).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            A enzimologia clínica surgiu como um meio de desenvolver e utilizar exames que ofereçam um máximo de informações com um mínimo de invasibilidade, auxiliando no diagnóstico e prognóstico de doenças.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Creatinocinase (CK)</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Também é conhecida pelo nome de creatina fosfoquinase (CPK). Existem três principais isoenzimas da CK. A creatina quinase possui estruturas correspondentes a subunidades M (músculo) e subunidades B (<em>brain</em>), que se combinam para formar 3 isoenzimas heterogêneas: CK-MM (ou CK3) que está presente nos músculos esquelético e cardíaco, CK-MB (ou CK2) que é encontrada principalmente no coração e CK-BB (ou CK1) que é encontrada no cérebro. Uma quarta forma variante (CK-Mt) é encontrada na membrana mitocondrial e pode responder por até 15% da atividade da CK cardíaca total (Kaneko et al, 1997). </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            A CK é a enzima mais sensível para indicar lesão muscular. Pode ocorrer incremento da atividade plasmática desta enzima por injeção intramuscular, decúbito prolongado, convulsões, esforço prolongado e outras lesões musculares. A CK pode ser útil na avaliação de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico. Um aumento significativo da CK pode ocorrer em bovinos transportados por longos períodos, devido ao esforço físico a que são submetidos os animais. O esforço do parto também é um fator que eleva os níveis de CK, assim como o exercício de cavalos de pentatlon (Scheffer &amp; González, 2003). O pico após o início da lesão ocorre por volta de 24 a 36 horas. Após o final da lesão, ocorre normalização dos valores séricos depois de quatro dias.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Entretanto, a isoenzima CK-MB não é um bom indicador de lesão cardíaca em cães, diferente do que ocorre em humanos, devido à meia-vida curta da isoenzima, a qual raramente pode ser mensurada a tempo.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            As isoenzimas podem ser separadas por três diferentes métodos: eletroforese, técnicas imunológicas e cromatografia. Logo, a identificação destas enzimas pode ser utilizada para auxiliar na determinação da fonte tecidual da lesão (Kaneko et al, 1997). Em medicina veterinária, a determinação das isoenzimas de CK ainda não tem utilidade prática, embora seja comum na medicina humana.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            </span></span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Aspartato aminotransferase (AST)</span></span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Conhecida também como transaminase glutâmico oxalacética (TGO), é encontrada principalmente nos hepatócitos, eritrócitos e músculos cardíaco e esquelético (Kaneko et al, 1997).    De acordo com Scheffer &amp; González (2003) esta enzima normalmente é utilizada para avaliar lesão muscular em conjunto com a creatina quinase (CK) e a lactato desidrogenase (LDH). As elevações nos níveis séricos indicam miopatias em todas as espécies. Entretanto, o aumento em cerca de três vezes sugere hepatopatias em várias espécies, exceto em eqüinos. O pico nos valores séricos ocorre 3 dias após a lesão. E posteriormente, há normalização por volta de 6 dias após o final da lesão. Na avaliação de lesão muscular, ela produz aumentos menores do que a CK, mas que se estendem por um período maior. A meia-vida média é de 2 a 4 dias (&lt; 1 dia em cães, 7 a 8 dias em eqüinos).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Alguns autores sugerem que a AST deve ser incluída no monitoramento de problemas musculares. A utilização desta enzima em conjunto com a CK pode oferecer informações mais precisas sobre o período em que se encontra a lesão (Tadich et al, 2000). A AST, por ser uma enzima mitocondrial e citossólica, necessita uma lesão maior para ser liberada na corrente sangüínea. Por outro lado, a CK e a LDH, por serem citossólicas e de tamanho pequeno, conseguem ultrapassar a membrana celular mesmo que não exista um dano tecidual severo. Na realidade, um simples aumento na permeabilidade da membrana é suficiente para que ocorra o extravasamento da enzima (Scheffer &amp; González, 2003).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Lesões no músculo cardíaco também são demonstradas pelo aumento da AST. Cardiomiopatias diversas podem causar este efeito, assim como endocardites bacterianas e infarto do miocárdio. A deficiência de vitamina E e selênio pode causar necrose segmentar dos músculos esqueléticos (doença do músculo branco), incrementando a atividade de AST no plasma (Scheffer &amp; González, 2003).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Não há variação nos valores de AST em decorrência do sexo do animal. Porém, em ovinos houve variação de acordo com a faixa etária. Em bovinos, houve variação sazonal. Em eqüinos, valores maiores foram associados à atividade física (Kaneko et al, 1997). </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            </span></span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Lactato desidrogenase (LDH)</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            É uma enzima presente em vários tecidos, em particular no músculo esquelético, músculo cardíaco, fígado e eritrócitos, mas também nos rins, ossos e pulmões. Existem cinco isoenzimas conhecidas, que não são comumente analisados nos laboratórios veterinários. Isoladamente a enzima não é órgão-específica. Qualquer intensidade de hemólise é prejudicial, uma vez que o extravasamento de enzimas eritrocitárias causa incremento na atividade total de LDH no plasma (Scheffer &amp; González, 2003).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Lesões musculares de etiologias variadas podem estar relacionadas ao aumento de LDH, como por exemplo, a deficiência de selênio e vitamina E, e também na mioglobinúria. Normalmente a LDH aumenta menos rapidamente que a CK, mas mantém os valores elevados por mais tempo (Scheffer &amp; González, 2003).</span></span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Outras enzimas</span></span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Piruvato quinase (PK) pode ser utilizada para avaliar lesões musculares. Pode auxiliar na identificação de suínos homozigotos para hipertermia maligna (Scheffer &amp; González, 2003). A aldolase é uma enzima que auxilia na conversão de glicose em energia. Pode estar aumentada em pacientes que apresentam lesões musculares ou hepáticas. Chazov &amp; Savina (1957) afirmar que a dosagem desta enzima pode ser útil no diagnóstico de cães com infarto do miocárdio, uma vez que houve aumento de 4 a 5 vezes na concentração desta enzima no soro de cães após a ligadura da artéria coronária, em relação ao grupo controle.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Referências</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<ol start="1">
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">CHAZOV, E.I. &amp; SAVINA, M.M. Serum aldolase content of the blood of dogs with experimental (myocardial) infarction. <strong>Bulletin of Experimental Biology and Medicine</strong>. V. 45, p. 305-308, 1958.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">KANEKO, J.J. et al. <strong>Clinical biochemistry of domestic animals</strong>. 5 ed San Diego: Academic Press, 1997.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">MUNOZ, A. et al. Miopatías en el caballo I. Rabdomiolisis agudas y recurrentes. <strong>Medicina veterinaria</strong>, v.19, p. 32-46, 2002.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">NELSON, R.W. &amp; COUTO, C.G. <strong>Medicina interna de pequenos animais</strong>. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1998, 1084 p.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">SCHEFFER, J.F. &amp; GONZÁLEZ, F.H.D. <strong>Enzimologia clínica em medicina veterinária</strong>. Disponível em &lt; http://www6.ufrgs.br/bioquimica/pesquisa/bioqclin/rev_jfss.pdf &gt; acesso em 24/10/2007.</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feriado de Páscoa</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 01:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Laboratório Cernitas comunica que não terá expediente sexta-feira de páscoa. Funcionaremos normalmente no sábado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório Cernitas comunica que não terá expediente sexta-feira de páscoa. Funcionaremos normalmente no sábado.</p>
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		<title>Vermifugação: tratamento ou prevenção?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo ouço e leio sobre o tratamento das verminoses dos animais, especialmente aquelas que provocam alterações clínicas, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo ouço e leio sobre o tratamento das verminoses dos animais, especialmente aquelas que provocam alterações clínicas, as quais se refletem em prejuízos aos proprietários de pet’s e de animais de produção. Um dia desses li um texto sobre os cuidados que devemos adotar para transportar animais em viagens longas. Dentre as diversas recomendações, o autor da matéria dizia claramente que um dos principais cuidados a ser adotado nestes casos é a vermifugação.</p>
<p>Fiquei então me perguntando: vermifugação é tratamento contra verminoses ou uma prevenção? Certamente, aqueles que dizem que se trata de um procedimento preventivo ainda não compreenderam que prevenção é um processo que induz a produção de determinados mecanismos que impedem a instalação de um agente etiológico ou, mesmo que a infecção ocorra, não provoque dano ao hospedeiro. Não é este o efeito da vermifugação. Esta é uma prática que tem como objetivo a eliminação dos parasitos. Portanto, deveria ser adotada somente nos casos de animais comprovadamente infectados e, preferencialmente naqueles com alguma manifestação clínica da doença parasitária.</p>
<p>É muito importante que o Médico Veterinário seja consultado para conduzir um diagnóstico de verminose com precisão. A vermifugação aleatória, tratada como se fosse um procedimento preventivo, tem um efeito mais prejudicial do que benéfico. Primeiro porque pode induzir a resistência dos parasitos aos princípios ativos dos vermífugos e segundo porque pode causar, em alguns indivíduos, um efeito tóxico e trazer graves consequências futuras.</p>
<p>O princípio da vermifugação é terapêutico. Ou seja: trata-se o animal que está doente (com manifestação clínica de verminose). Quando compreendemos este princípio, entende-se que, mesmo animais infectados, mas que não estão manifestando sinais clínicos da doença parasitária, não precisam, obrigatoriamente, ser tratados.</p>
<p>A prevenção contra verminoses é baseada em hábitos higiênicos, tais como limpeza diária dos comedouros e bebedouros, limpeza das instalações e destino adequado dos excrementos. Para os herbívoros, especialmente os pequenos ruminantes, outras medidas podem auxiliar no controle das verminoses, tais como rotação de pastagem, pastejo misto, tratamento seletivo, etc.</p>
<p>Concluímos, portanto, que vermifugação não é prevenção. Sendo assim, não deve ser usada da maneira como está sendo proposta por muitos. Da forma como está ocorrendo, os únicos beneficiados são os fabricantes de medicamentos. O que deve ser feito é o fortalecimento do diagnóstico para, a partir daí, tomar decisões seguras sobre tratar ou não.</p>
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		<title>Perfis laboratoriais</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Juntamente com outras áreas da ciência, a medicina veterinária tem avançado bastante nos últimos anos e cada vez mais utiliza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamente com outras áreas da ciência, a medicina veterinária tem avançado bastante nos últimos anos e cada vez mais utiliza as ferramentas disponíveis no laboratório para melhorar a eficiência do diagnóstico clínico das mais diversas patologias.</p>
<p>Além do diagnóstico de enfermidades, o laboratório auxilia o Médico Veterinário na vigilância de possíveis complicações que podem ser previamente detectadas e controladas. Assim, tornou-se rotina na clínica veterinária (especialmente de pet e de equídeos) a tomada de decisões a partir de check up’s ou perfis que envolvem diversos exames, de acordo com o objetivo da avaliação do profissional.</p>
<p>Existem dois momentos na vida do animal que exigem maior cuidado do profissional e do proprietário: quando ele é um filhote e quando já é um idoso. Nessas fases da vida o sistema imune encontra-se frágil e o animal está mais susceptível a desenvolver problemas de saúde.</p>
<p>A seguir relacionamos as análises laboratoriais mais utilizadas na clínica veterinária:</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="568" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="568">
<p align="center"><strong>PERFIS LABORATORIAIS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação pós-vacinal (cães e gatos)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Compra e venda de filhotes (cães)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Parasitológico de fezes e Cinomose (Ag)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Perfil Geriátrico</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Urinálise, Glicemia, Uréia, Creatinina, Colesterol, ALT e AST<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Obesidade canina e felina</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, TSH, T4 Livre, Cortisol, Colesterol, Triglicérides, Glicemia, Uréia, Creatinina<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Check up I</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, ALT, AST, Uréia, Creatinina, CK, Parasitológico de fezes, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Erlichia, Urinálise e Leishmaniose (Elisa)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Check up II</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, ALT, AST, Uréia, Creatinina, Parasitológico de fezes, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Ehrlichia<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Pré-cirúrgica I</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Ehrlichia, Proteína total e frações, ALT, ALP, Glicemia, Eletrocardiograma, Parasitológico de fezes e Cinomose (Ag)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Pré-cirúrgica II</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Eletrocardiograma, Hemograma e Glicemia<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Hepática I</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Glicemia, ALT, AST, ALP, GGT, Bilirrubina total e frações, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Hepática II</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: ALT, AST, ALP (fosfatase alcalina)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Renal I</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Fósforo, Uréia, Creatinina, Urinálise, Proteína total e frações, Sódio, Potássio e Ácido Úrico<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Renal II</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Uréia, Creatinina e Urinálise<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Muscular</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: LDH, CK, AST, Lactato e Glicose<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Funções Renal, Hepática, Pancreática, e Cardíaca</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Uréia, Creatinina, ALT, AST, ALP, Gama GT, Amilase, Glicose, Fósforo, Cálcio, Colesterol Total, Ácido Úrico, CK, Bilirrubina total e frações, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Acompanhamento do treinamento do cavalo atleta</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, AST, LDH, CK, VHS, Glicose e Lactato<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação do Potro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Glicose, Proteína Total e frações<strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Descoberta científica pode levar a vacina contra melioidose</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma descoberta científica pode levar à produção de uma vacina contra a melioidose, doença tropical mortal que infecta milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma descoberta científica pode levar à produção de uma vacina contra a melioidose, doença tropical mortal que infecta milhões de pessoas no mundo, segundo estudo publicado publicado na revista científica Science.</p>
<p>Uma equipe internacional de cientistas mostrou como uma toxina produzida pela bactéria &#8216;Burkholderia pseudomallei&#8217; (conhecida como bacilo de Whitmore), destrói células humanas, impedindo a síntese de proteínas e inibindo o crescimento da bactéria causadora da melioidose.</p>
<p>O estudo, chefiado pela Universidade de Sheffield, no Reino Unido, pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para combater a bactéria causadora da doença, abundante no sudeste da Ásia e no norte da Austrália.</p>
<p>&#8220;Agora que sabemos da existência desta toxina, abrem-se as oportunidades para o desenvolvimento de novos remédios capazes de bloquear seus efeitos&#8221;, afirmou o professor da Universidade de Sheffield, Stuart Wilson, membro da equipe de pesquisas.</p>
<p>Os cientistas querem agora pesquisar as possíveis aplicações da toxina bacteriana para combater outras doenças, como o câncer, onde poderia ser usada em tratamentos orientados a prevenir a proliferação de células cancerosas, destacou o estudo, que será publicado na edição desta sexta-feira da revista Science.</p>
<p>A melioidose é, ao lado do HIV e da tuberculose, é uma das três principais causas de morte por doenças infecciosas em algumas partes do sudeste asiático.</p>
<p>A doença pode ser difícil de diagnosticar e a taxa de mortalidade nas regiões onde a bactéria é encontrada pode chegar a 40%.</p>
<p>A bactéria causadora da melioidose prospera na água e nos solos quentes e úmidos e pode entrar no corpo por via pulmonar ou através de feridas abertas.</p>
<p>A doença pode permanecer latente no corpo, manifestando-se décadas depois da infecção.</p>
<p>CIÊNCIA &amp; VIDA // ESTUDO</p>
<p>Publicado em 10.11.2011, às 19h50</p>
<p>Fonte: AFP</p>
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		<item>
		<title>Cernitas amplia sua área de atuação</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/10/cernitas-amplia-sua-area-de-atuacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 00:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cernitas que era apenas um laboratório veterinário ampliou seu escopo de atuação para análise de água e alimentos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cernitas que era apenas um laboratório veterinário ampliou seu escopo de atuação para análise de água e alimentos. O Cernitas tem uma história de mais de 10 anos no mercado, considerando-se que a empresa foi uma evolução do CDV – Centro de Diagnóstico Veterinário, que funcionou no período de 2000 a 2010.</p>
<p>Segundo o responsável técnico Dr. Daniel Praseres Chaves, houve um grande investimento em infra-estrutura e na equipe de pessoal do laboratório, agregando-se novos profissionais com pós-graduação e experiência para melhorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados aos clientes.</p>
<p>Outro destaque é o investimento na gestão da qualidade. O Cernitas busca agora uma acreditação junto ao INMETRO que servirão também para manter os credenciamentos na área de diagnóstico veterinário e também para conquistar o credenciamento em análise de água e alimentos junto ao Ministério da Agricultura. Esse é um diferencial que dará maior segurança aos clientes quanto aos procedimentos do laboratório. Desde 2007 temos a norma ISO 17.025 implantada parcialmente, mas o momento é de buscar a acreditação do INMETRO.</p>
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		<title>Consultoria em gestão da qualidade</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/10/consultoria-em-gestao-da-qualidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 22:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Laboratório Cernitas recebeu nos dias 13, 14 e 15 de outubro a consultora Estefânia Langsdorff Sanches, do Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório Cernitas recebeu nos dias 13, 14 e 15 de outubro a consultora Estefânia Langsdorff Sanches, do Rio de Janeiro, para fazer uma diagnose da situação atual da gestão da qualidade, visando aprimorar todos os processos e documentações que deverão compor a solicitação de acreditação pelo INMETRO.</p>
<p>Todos os laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Ministério da Agricultura terão um prazo o prazo máximo de julho de 2014 para apresentarem o certificado de acreditação para manterem seus credenciamentos.</p>
<p>O Cernitas é credenciado para realizar diagnóstico de Mormo, Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Brucelose. O laboratório está aguardando vistoria para credenciamento em análise de alimentos e água.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Responsável técnico do Cernitas é escolhido representante dos laboratórios de Mormo e AIE</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/09/responsavel-tecnico-pelo-cernitas-e-escolhido-representante-dos-laboratorios-credenciados-para-diagnostico-de-mormo-e-anemia-infecciosa-equina/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 00:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cernitas.com.br/content/?p=1245</guid>
		<description><![CDATA[Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2011 na cidade de João Pessoa – PB, os responsáveis técnicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2011 na cidade de João Pessoa – PB, os responsáveis técnicos pelos laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, credenciados pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) para diagnóstico de Mormo e AIE no Nordeste escolheram como seu representante o Médico Veterinário Daniel Praseres Chaves. A intensão do grupo é estabelecer parcerias para o fortalecimento e a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelos laboratórios veterinários no Brasil.</p>
<p>No encontro foi definido que o Dr. Daniel irá representar a Associação dos Laboratórios Credenciados para diagnóstico de Mormo e Anemia Infecciosa Equina do Nordeste Brasileiro junto ao Ministério da Agricultura com a intenção de propor melhorias no programa de sanidade dos equídeos, especialmente no que diz respeito ao diagnóstico de Mormo e AIE.</p>
<p>Segundo o Dr. Daniel, o MAPA está exigindo que todos os laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários apresentem certificado de acreditação junto ao INMETRO para continuarem com o seu credenciamento ativo num prazo máximo de três anos. Como se trata de um processo lento e que requer altos investimentos, recomendamos que os laboratórios empreendam todos os esforços no sentido de melhorar o sistema da qualidade para atender plenamente à norma NBR ISO/IEC 17.025/2005.</p>
<p>O MAPA editou a Instrução Normativa nº 34 de julho de 2011 que faz essas exigências e estabelece o prazo para o seu cumprimento. Portanto, nós dos laboratórios estamos nos juntando para diluir os custos de consultorias, de sistemas informatizados e outros que serão necessários para a manutenção do credenciamento.</p>
]]></content:encoded>
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