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	<title>Cernitas - CDV - Centro de Diagnóstico Veterinário - Laboratório</title>
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	<description>Exames de MORMO, AIE, ELISA, BRUCELOSE</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Feb 2012 13:47:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>AVISO</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Informamos que durante o feriado do CARNAVAL, o CERNITAS funcionará nos seguintes horários: Dia 20/02 (segunda-feira): das 08h às 12h [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informamos que durante o feriado do CARNAVAL, o CERNITAS funcionará nos seguintes horários:</p>
<p>Dia 20/02 (segunda-feira): das 08h às 12h</p>
<p>Dia 21/02 (terça-feira): NÃO FUNCIONARÁ</p>
<p>Dia 22/02 (quarta-feira): de 13h às 19h</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vermifugação: tratamento ou prevenção?</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2012/01/vermifugacao-tratamento-ou-prevencao/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo ouço e leio sobre o tratamento das verminoses dos animais, especialmente aquelas que provocam alterações clínicas, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo ouço e leio sobre o tratamento das verminoses dos animais, especialmente aquelas que provocam alterações clínicas, as quais se refletem em prejuízos aos proprietários de pet’s e de animais de produção. Um dia desses li um texto sobre os cuidados que devemos adotar para transportar animais em viagens longas. Dentre as diversas recomendações, o autor da matéria dizia claramente que um dos principais cuidados a ser adotado nestes casos é a vermifugação.</p>
<p>Fiquei então me perguntando: vermifugação é tratamento contra verminoses ou uma prevenção? Certamente, aqueles que dizem que se trata de um procedimento preventivo ainda não compreenderam que prevenção é um processo que induz a produção de determinados mecanismos que impedem a instalação de um agente etiológico ou, mesmo que a infecção ocorra, não provoque dano ao hospedeiro. Não é este o efeito da vermifugação. Esta é uma prática que tem como objetivo a eliminação dos parasitos. Portanto, deveria ser adotada somente nos casos de animais comprovadamente infectados e, preferencialmente naqueles com alguma manifestação clínica da doença parasitária.</p>
<p>É muito importante que o Médico Veterinário seja consultado para conduzir um diagnóstico de verminose com precisão. A vermifugação aleatória, tratada como se fosse um procedimento preventivo, tem um efeito mais prejudicial do que benéfico. Primeiro porque pode induzir a resistência dos parasitos aos princípios ativos dos vermífugos e segundo porque pode causar, em alguns indivíduos, um efeito tóxico e trazer graves consequências futuras.</p>
<p>O princípio da vermifugação é terapêutico. Ou seja: trata-se o animal que está doente (com manifestação clínica de verminose). Quando compreendemos este princípio, entende-se que, mesmo animais infectados, mas que não estão manifestando sinais clínicos da doença parasitária, não precisam, obrigatoriamente, ser tratados.</p>
<p>A prevenção contra verminoses é baseada em hábitos higiênicos, tais como limpeza diária dos comedouros e bebedouros, limpeza das instalações e destino adequado dos excrementos. Para os herbívoros, especialmente os pequenos ruminantes, outras medidas podem auxiliar no controle das verminoses, tais como rotação de pastagem, pastejo misto, tratamento seletivo, etc.</p>
<p>Concluímos, portanto, que vermifugação não é prevenção. Sendo assim, não deve ser usada da maneira como está sendo proposta por muitos. Da forma como está ocorrendo, os únicos beneficiados são os fabricantes de medicamentos. O que deve ser feito é o fortalecimento do diagnóstico para, a partir daí, tomar decisões seguras sobre tratar ou não.</p>
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		<title>Perfis laboratoriais</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2012/01/perfis-laboratoriais/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[O laboratório e o diagnóstico veterinário &#160; Juntamente com outras áreas da ciência, a medicina veterinária tem avançado bastante nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O laboratório e o diagnóstico veterinário</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Juntamente com outras áreas da ciência, a medicina veterinária tem avançado bastante nos últimos anos e cada vez mais utiliza as ferramentas disponíveis no laboratório para melhorar a eficiência do diagnóstico clínico das mais diversas patologias.</p>
<p>Além do diagnóstico de enfermidades, o laboratório auxilia o Médico Veterinário na vigilância de possíveis complicações que podem ser previamente detectadas e controladas. Assim, tornou-se rotina na clínica veterinária (especialmente de pet e de equídeos) a tomada de decisões a partir de check up’s ou perfis que envolvem diversos exames, de acordo com o objetivo da avaliação do profissional.</p>
<p>Existem dois momentos na vida do animal que exigem maior cuidado do profissional e do proprietário: quando ele é um filhote e quando já é um idoso. Nessas fases da vida o sistema imune encontra-se frágil e o animal está mais susceptível a desenvolver problemas de saúde.</p>
<p>A seguir relacionamos as análises laboratoriais mais utilizadas na clínica veterinária:</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="568" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="568">
<p align="center"><strong>PERFIS LABORATORIAIS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação pós-vacinal: (cães e gatos)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Compra e venda de filhotes: (cães)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Parasitológico de fezes e Cinomose (Ag)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Perfil Geriátrico:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Urinálise, Glicemia, Uréia, Creatinina, Colesterol, ALT e AST<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Obesidade canina e felina:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, TSH, T4 Livre, Cortisol, Colesterol, Triglicérides, Glicemia, Uréia, Creatinina<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Check up I:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, ALT, AST, Uréia, Creatinina, CK, Parasitológico de fezes, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Erlichia e Urinálise<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Check up II:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, ALT, AST, Uréia, Creatinina, Parasitológico de fezes, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Ehrlichia<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Pré-cirúrgica I:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Pesquisa de Babesia, Pesquisa de Ehrlichia, Proteína total e frações, ALT, ALP, Glicemia, EletrocardiogramaHemograma, Parasitológico de fezes e Cinomose (Ag)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Pré-cirúrgica II:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Eletrocardiograma, Hemograma e Glicemia<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Hepática I:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Glicemia, ALT, AST, ALP, GGT, Bilirrubina total e frações, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Hepática II:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: ALT, AST, ALP (fosfatase alcalina)<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Renal I:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Fósforo, Uréia, Creatinina, Urinálise, Proteína total e frações, Sódio e Potássio<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Renal II:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Uréia, Creatinina e Urinálise<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação Muscular:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: LDH, CK, AST, Lactato e Glicose<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Funções Renal, Hepática, Pancreática, e Cardíaca:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Exames: Uréia, Creatinina, ALT, AST, Fostase alcalina, Gama GT, Amilase, Glicose, Fósforo, Cálcio, Colesterol Total, Ácido Úrico, CK, Bilirrubina total e frações, Proteína total e frações<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Acompanhamento do treinamento do cavalo atleta:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, AST, LDH, CK, VHS, Glicose e Lactato<strong></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Avaliação do Potro:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="568"><strong>Exames</strong>: Hemograma, Glicose, Proteína Total e frações<strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Descoberta científica pode levar a vacina contra melioidose</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma descoberta científica pode levar à produção de uma vacina contra a melioidose, doença tropical mortal que infecta milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma descoberta científica pode levar à produção de uma vacina contra a melioidose, doença tropical mortal que infecta milhões de pessoas no mundo, segundo estudo publicado publicado na revista científica Science.</p>
<p>Uma equipe internacional de cientistas mostrou como uma toxina produzida pela bactéria &#8216;Burkholderia pseudomallei&#8217; (conhecida como bacilo de Whitmore), destrói células humanas, impedindo a síntese de proteínas e inibindo o crescimento da bactéria causadora da melioidose.</p>
<p>O estudo, chefiado pela Universidade de Sheffield, no Reino Unido, pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para combater a bactéria causadora da doença, abundante no sudeste da Ásia e no norte da Austrália.</p>
<p>&#8220;Agora que sabemos da existência desta toxina, abrem-se as oportunidades para o desenvolvimento de novos remédios capazes de bloquear seus efeitos&#8221;, afirmou o professor da Universidade de Sheffield, Stuart Wilson, membro da equipe de pesquisas.</p>
<p>Os cientistas querem agora pesquisar as possíveis aplicações da toxina bacteriana para combater outras doenças, como o câncer, onde poderia ser usada em tratamentos orientados a prevenir a proliferação de células cancerosas, destacou o estudo, que será publicado na edição desta sexta-feira da revista Science.</p>
<p>A melioidose é, ao lado do HIV e da tuberculose, é uma das três principais causas de morte por doenças infecciosas em algumas partes do sudeste asiático.</p>
<p>A doença pode ser difícil de diagnosticar e a taxa de mortalidade nas regiões onde a bactéria é encontrada pode chegar a 40%.</p>
<p>A bactéria causadora da melioidose prospera na água e nos solos quentes e úmidos e pode entrar no corpo por via pulmonar ou através de feridas abertas.</p>
<p>A doença pode permanecer latente no corpo, manifestando-se décadas depois da infecção.</p>
<p>CIÊNCIA &amp; VIDA // ESTUDO</p>
<p>Publicado em 10.11.2011, às 19h50</p>
<p>Fonte: AFP</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cernitas amplia sua área de atuação</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/10/cernitas-amplia-sua-area-de-atuacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 00:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cernitas que era apenas um laboratório veterinário ampliou seu escopo de atuação para análise de água e alimentos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cernitas que era apenas um laboratório veterinário ampliou seu escopo de atuação para análise de água e alimentos. O Cernitas tem uma história de mais de 10 anos no mercado, considerando-se que a empresa foi uma evolução do CDV – Centro de Diagnóstico Veterinário, que funcionou no período de 2000 a 2010.</p>
<p>Segundo o responsável técnico Dr. Daniel Praseres Chaves, houve um grande investimento em infra-estrutura e na equipe de pessoal do laboratório, agregando-se novos profissionais com pós-graduação e experiência para melhorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados aos clientes.</p>
<p>Outro destaque é o investimento na gestão da qualidade. O Cernitas busca agora uma acreditação junto ao INMETRO que servirão também para manter os credenciamentos na área de diagnóstico veterinário e também para conquistar o credenciamento em análise de água e alimentos junto ao Ministério da Agricultura. Esse é um diferencial que dará maior segurança aos clientes quanto aos procedimentos do laboratório. Desde 2007 temos a norma ISO 17.025 implantada parcialmente, mas o momento é de buscar a acreditação do INMETRO.</p>
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		<title>Consultoria em gestão da qualidade</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/10/consultoria-em-gestao-da-qualidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 22:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Laboratório Cernitas recebeu nos dias 13, 14 e 15 de outubro a consultora Estefânia Langsdorff Sanches, do Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório Cernitas recebeu nos dias 13, 14 e 15 de outubro a consultora Estefânia Langsdorff Sanches, do Rio de Janeiro, para fazer uma diagnose da situação atual da gestão da qualidade, visando aprimorar todos os processos e documentações que deverão compor a solicitação de acreditação pelo INMETRO.</p>
<p>Todos os laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Ministério da Agricultura terão um prazo o prazo máximo de julho de 2014 para apresentarem o certificado de acreditação para manterem seus credenciamentos.</p>
<p>O Cernitas é credenciado para realizar diagnóstico de Mormo, Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Brucelose. O laboratório está aguardando vistoria para credenciamento em análise de alimentos e água.</p>
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		<title>Responsável técnico do Cernitas é escolhido representante dos laboratórios de Mormo e AIE</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/09/responsavel-tecnico-pelo-cernitas-e-escolhido-representante-dos-laboratorios-credenciados-para-diagnostico-de-mormo-e-anemia-infecciosa-equina/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 00:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2011 na cidade de João Pessoa – PB, os responsáveis técnicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2011 na cidade de João Pessoa – PB, os responsáveis técnicos pelos laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, credenciados pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) para diagnóstico de Mormo e AIE no Nordeste escolheram como seu representante o Médico Veterinário Daniel Praseres Chaves. A intensão do grupo é estabelecer parcerias para o fortalecimento e a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelos laboratórios veterinários no Brasil.</p>
<p>No encontro foi definido que o Dr. Daniel irá representar a Associação dos Laboratórios Credenciados para diagnóstico de Mormo e Anemia Infecciosa Equina do Nordeste Brasileiro junto ao Ministério da Agricultura com a intenção de propor melhorias no programa de sanidade dos equídeos, especialmente no que diz respeito ao diagnóstico de Mormo e AIE.</p>
<p>Segundo o Dr. Daniel, o MAPA está exigindo que todos os laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários apresentem certificado de acreditação junto ao INMETRO para continuarem com o seu credenciamento ativo num prazo máximo de três anos. Como se trata de um processo lento e que requer altos investimentos, recomendamos que os laboratórios empreendam todos os esforços no sentido de melhorar o sistema da qualidade para atender plenamente à norma NBR ISO/IEC 17.025/2005.</p>
<p>O MAPA editou a Instrução Normativa nº 34 de julho de 2011 que faz essas exigências e estabelece o prazo para o seu cumprimento. Portanto, nós dos laboratórios estamos nos juntando para diluir os custos de consultorias, de sistemas informatizados e outros que serão necessários para a manutenção do credenciamento.</p>
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		<title>Diagnóstico de endocrinopatias em cães e gatos</title>
		<link>http://www.cernitas.com.br/content/2011/09/diagnostico-de-endocrinopatias-em-caes-e-gatos/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 23:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[Hiperadrenocorticismo O hiperadrenocorticismo (HAC) ou Doença de Cushing é um distúrbio endócrinofrequente que manifesta sinais clínicos e anormalidades bioquímicas resultantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hiperadrenocorticismo</p>
<p>O hiperadrenocorticismo (HAC) ou Doença de Cushing é um distúrbio endócrinofrequente que manifesta sinais clínicos e anormalidades bioquímicas resultantes da exposição crônica ao excesso de glicocorticoides. Pode surgir espontaneamente (hipofisário e adrenocorticotrófico) ou ainda pela administração excessiva de glicocorticoides (iatrogênico).</p>
<p>O HAC geralmente acomete cães de meia idade a idosos, contudo o HAChipofisário pode ocorrer em cães jovens. As raças predispostas são: Poodle,Dachshund, Beagle, Boxer e Boston Terrier, porém outras podem ser acometidas.Apesar de não apresentar predisposição sexual o HAC de origem adrenal é maiscomum em fêmeas (70% de ocorrência). Os sinais mais comuns de HAC são:poliúria, polidipsia, que podem ser indicativos de diabete melito secundário; polifagia, devido ao aumento do catabolismo proteico e lipídico; respiração ofegante, ocasionado pela fraqueza da musculatura abdominal; alopecia, hiperpigmentação dapele, úlcera gástrica, em razão do aumento da secreção de ácido clorídrico epancreatite, gerada pelo aumento da produção de enzimas gástricas e insulina, alémde atrofia testicular e infertilidade na fêmea (FELDMAN, 1999, NICHOLS, 1998).</p>
<div id="attachment_1218" class="wp-caption aligncenter" style="width: 392px"><a href="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Sem-título1.png"><img class="size-full wp-image-1218" title="Hiperadrenocorticismo" src="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Sem-título1.png" alt="Hiperadrenocorticismo" width="382" height="136" /></a><p class="wp-caption-text">Fontes: vetsfa.blogspot.com e www.synararillo.com.br</p></div>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p>Além da observação do histórico e dos sinais clínicos, exames como hemograma,perfil renal, perfil hepático e urinálise devem ser solicitados. No hemograma éobservado leucograma de estresse e hiperglicemia, no perfil renal a creatininaaumentada e uréia diminuída poderão estar presentes, sendo que o mesmo ocorrecom a ALT e AST no perfil hepático. Na urinálise, glicosúria e proteinúria estãopresentes. A dosagem de ACTH e cortisol são importantes e também deverão serrealizadas (NELSON, 2001, CHASTAIN, 1997). Na radiografia abdominal pode-seevidenciar hepatomegalia, distensão vesical, metástases abdominais emineralização dos tumores da adrenal. Na radiografia torácica poderá estar presentecalcificação de traquéia e brônquios, metástases pulmonares, cardiomegalia direita etromboembolismo pulmonar. No exame de ultrassonografia o tamanho e forma dasadrenais poderão ser analisados. Atomografia computadorizada e a ressonânciamagnética revelam tumores adenohipofisários maiores de 1cm, sendo os examesmais precisos para imagem das adrenais.</p>
<p>As principais técnicas utilizadas para o diagnóstico do hiperadrenocorticisomo são o radioimunoensaio,imunoensaios enzimáticos equimioluminescência. Somente a dosagem do nível basal de cortisol não tem valor diagnóstico, devido ao fato de que tanto o cortisol quanto o hormônio corticotrófico (ACTH) são secretados esporadicamente, o que leva a ocorrência de valores mais altos ou mais baixos de acordo com o período do dia (FELDMAN e NELSON, 2004). Por este motivo são necessárias provas específicas para o diagnóstico desta enfermidade, tais como o teste de supressão pela dexametasona e a estimulação pelo ACTH.</p>
<p><strong>Teste de supressão pela dexametasona</strong>: A dexametasona é um potente glicocorticóide sintético que, quando administrado em pequenas doses, normalmente suprime a liberação de ACTH e, conseqüentemente, do cortisol. Portanto, esse teste baseia-se no fato de que o eixo hipófise-adrenal mostra-se resistente à supressão induzida pela dexametasona nos pacientes com hiperadrenocorticismo. Em animais normais e naqueles com hiperplasia idiopática cortical adrenal, o cortisol plasmático é reduzido para &lt;1μg/dL 8h após a injeção IM de 0,01mg/kg de dexametasona, sendo que também se recomenda a análise de amostra coletada 4h após a aplicação da droga. A supressão apenas parcial do cortisol plasmático (duração de 3 a 6 horas) ocorre quando há hiperplasia cortical adrenal associada a tumores funcionais hipofisários, sendo que nenhuma supressão significativa acontece em animais com tumores funcionais do córtex adrenal. Uma alta dose de dexametasona no teste de supressão pode ser benéfica na diferenciação dos casos questionáveis de excesso de cortisol ocasionados por tumores funcionais hipofisários, daqueles originados por um tumor do córtex adrenal. Os níveis de cortisol, na maioria dos animais com tumores hipofisários tornam-se diminuídos com esta dose mais elevada do medicamento, ao passo que não há depressão quando o excesso de cortisol é causado por tumores funcionais do córtex adrenal.</p>
<p><strong>Teste de estimulação pelo ACTH</strong>: o teste de estimulação pelo ACTH baseia-se no fato de que, tanto animais acometidos por adenomas hipofisários (secretores de ACTH) quanto os que possuem tumores adrenocorticaisfuncionantes, apresentam uma resposta exagerada à estimulação pelo hormônio corticotrófico e podem ser diferenciados daqueles animais saudáveis.</p>
<p>O diagnóstico diferencial da causa do HAC é indispensável para orientar o Médico Veterinário na condução do tratamento.</p>
<p><strong>Hipoadrenocorticismo</strong></p>
<p>O hipoadrenocorticismo ou Síndrome de Addison é uma endocrinopatia pouco freqüente em cães e mais incomum em gatos. Pode ser classificada de acordo com a origem em hipoadrenocorticismo primário e secundário. O hipoadrenocorticismo primário caracteriza-se pela deficiência na secreção de glicocorticóide (cortisol) e mineralocorticóide (aldosterona) pelo córtex adrenal, causada geralmente por destruição imunomediada desta glândula. No hipoadrenocorticismo secundário (menos freqüente) tem-se secreção deficiente de glicocorticóides em conseqüência ao déficit hipofisário de ACTH. É importante ressaltar que a secreção de glicocorticóides pelas adrenais é estimulada pelo ACTH. Na falta deste hormônio, a camada fasciculada do córtex adrenal (camada responsável pela produção de glicocorticóides) sofre atrofia. A produção de mineralocorticóides está preservada, uma vez que a camada responsável pela sua produção (camada glomerulosa do córtex adrenal) não é controlada pelo ACTH, mas sim pelo sistema renina-angiotensina.</p>
<p>Os sinais clínicos são muito variáveis e dependem da severidade e da evolução da doença. Alguns cães apresentam sinais crônicos e intermitentes (por exemplo, êmese e diarréia) enquanto que outros apresentam quadros agudos e chegam ao hospital veterinário em choque (hipotensos, bradicárdicos e hipoglicêmicos). As alterações clínicas não são específicas e sim comuns a uma variedade de outras doenças. No entanto, deve-se suspeitar de hipoadrenocorticismo crônico quando uma doença tem seus sintomas exacerbados pelo estresse e respondem a tratamentos inespecíficos e à terapia de suporte.</p>
<p>O diagnóstico baseia-se nos achados clínicos, exames laboratoriais complementares (hiponatremia, hipercalemia, hipoglicemia e hipostenúria) e teste funcional. Ainda que os sinais clínicos estejam presentes e os exames complementares sejam compatíveis com hipoadrenocorticismo, um diagnóstico definitivo requer a comprovação do mau funcionamento da adrenal. Para tanto, utiliza-se um teste funcional (teste de estimulação com ACTH).</p>
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		<title>I Seminário sobre sanidade dos equídeos</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:00:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Maranhão realizou um encontro para discutir sobre as doenças de equídeos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Maranhão realizou um encontro para discutir sobre as doenças de equídeos no Maranhão, especialmente aquelas transmissíveis ao homem. O Dr. Daniel Praseres Chaves, Responsável Técnico do CERNITAS, ministrou palestra sobre Diagnóstico do Mormo e a situação da doença no Maranhão.<a href="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Foto-Palestra-Daniel.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1224" title="Dr. Daniel Chaves" src="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Foto-Palestra-Daniel-779x1024.jpg" alt="Dr. Daniel Chaves" width="344" height="452" /></a></p>
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		<title>Contra-prova em exames de AIE e MORMO</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A contra-prova é uma prerrogativa que a legislação que regulamenta o controle e erradicação da anemia infecciosa eqüina e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Sem-título.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1211" title="Contra-prova em exames de AIE e MORMO" src="http://www.cernitas.com.br/content/wp-content/uploads/2011/09/Sem-título.png" alt="Contra-prova em exames de AIE e MORMO" width="500" height="458" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A contra-prova é uma prerrogativa que a legislação que regulamenta o controle e erradicação da anemia infecciosa eqüina e o momo no Brasil faculta ao Médico Veterinário requisitante ou ao proprietário dos animais. Trata-se de um novo exame, realizado com a amostra conservada no laboratório. O laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura é obrigado a separar a amostra em duas alíquotas, sendo uma para a realização do exame e a outra lacrada e armazenada a -20 <sup>o</sup>C durante 30 dias. Esse é o período que o interessado em realizar a contra-prova deve solicitá-la ao órgão competente, normalmente a agência de defesa agropecuária ou ao próprio ministério da agricultura.</p>
<p>A solicitação é feita pelo requisitante do exame, o qual pode acompanhar a realização da contra-prova pessoalmente ou através de um representante legal. Além do médico veterinário requisitante, um representante do Ministério da Agricultura e/ou do órgão de defesa agropecuária estadual deve acompanhar a realização do exame. Entretanto, a ausência destes não inviabiliza a realização do mesmo.</p>
<p>Antes de iniciar a execução da contra-prova, o médico veterinário do serviço oficial de defesa agropecuária lavra uma ata de abertura dos trabalhos, que é assinada por ele, pelo responsável técnico do laboratório credenciado e pelas testemunhas. Da mesma maneira, no dia da leitura do resultado do exame, outra ata de encerramento é lavrada e assinada.</p>
<p>O resultado da contra-prova é comunicado diretamente ao serviço oficial de defesa agropecuária do Estado e para o Ministério da Agricultura.</p>
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